Formato/editora/páginas: 14x21cm, Companhia das Letras, 360
Traduzido por: Álvaro Hattnher
Breve exposição: livro policial bem escrito, mas que não traz nada novo ao gênero.
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É véspera de Natal e, em um hotel de Reykjavik, um porteiro e dublê de Papai Noel é encontrado morto, com uma facada no peito e seminu, no pequeno quarto que ocupava no porão. Erlendur (o personagem principal), Elínborg e Sigurdur Óli são os encarregados da investigação, que remexerá no passado obscuro de Gudlaugur (a vítima) como forma de chegar ao assassino. Paralelamente, há um caso de agressão a uma criança e a difícil relação de Erlendur com a filha (Eva Lind) e um trauma do passado a importuná-lo.
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Praticamente toda a história se passa nas dependências do hotel, lembrando o ambiente do glorioso filme de 1932 de Edmund Goulding (“Grand Hotel”).
Nota: 7







